sexta-feira, 1 de abril de 2022

 

Dia Mundial de Conscientização do Autismo

O Dia Mundial de Conscientização do Autismo foi definido pela Organização das Nações Unidas (ONUem 2007 e é comemorado no dia 2 de abril. É uma data importante, pois muitas pessoas não compreendem o que é o Transtorno do Espectro Autista (TEA), sendo fundamental a propagação de informação de qualidade.

Entender melhor esse transtorno é chave para o fim do preconceito e da discriminação que cercam as pessoas com TEA, as quais apresentam apenas uma forma diferente de agir e encarar o mundo.

De acordo com a Organização Pan-Americana de Saúde, uma em cada 160 crianças possui TEA. Ainda de acordo com a Organização, tem-se observado um aumento de casos no mundo, o que pode ser explicado pelo aumento da conscientização sobre o tema e uma maior busca pelo diagnóstico.

Sendo assim, o Dia Mundial de Conscientização do Autismo é também importante para que mais pessoas sejam diagnosticadas precocemente e tenham acesso a terapias, as quais podem ser decisivas para seu desenvolvimento.



segunda-feira, 21 de março de 2022

ENTENDENDO A SÍNDROME DE DOWN!


 

21/3: Dia Mundial da Síndrome de Down

         O Dia Mundial da Síndrome de Down, comemorado em 21 de março, é uma data de conscientização global para celebrar a vida das pessoas com a síndrome e para garantir que elas tenham as mesmas liberdades e oportunidades que todas as pessoas. É oficialmente reconhecida pelas Nações Unidas desde 2012. A data escolhida representa a triplicação (trissomia) do 21º cromossomo que causa a síndrome.

       A Síndrome de Down (SD) é uma alteração genética presente na espécie humana desde sua origem. Foi descrita há 150 anos, quando John Langdon Down, em 1.866, se referiu a ela pela primeira vez como um quadro clínico com identidade própria. Desde então, se tem avançado em seu conhecimento, ainda que existem mecanismos íntimos a descobrir. Em 1.958, o francês Jérôme Lejeune e a inglesa Pat Jacobs descobriram a origem cromossômica da síndrome, que passou a ser considerada genética.

       A SD é a primeira causa conhecida de discapacidade intelectual, representando aproximadamente 25% de todos os casos de atraso intelectual, traço presente em todas as pessoas com a síndrome. Estima-se que no Brasil ocorra 1 em cada 700 nascimentos, o que totaliza em torno de 270 mil pessoas com Síndrome de Down; no mundo, a incidência estimada é de 1 em 1 mil nascidos vivos.

      É necessário destacar que a SD não é uma doença e, sim, uma condição genética inerente à pessoa, porém, está associada a algumas questões de saúde que devem ser observadas desde o nascimento da criança.

      Existe um conjunto de alterações associadas à SD que exigem especial atenção e necessitam de exames específicos para sua identificação, são elas: cardiopatia congênitas, alterações oftalmológicas, auditivas, do sistema digestório, endocrinológica, do aparelho locomotor, neurológicas, hematológicas e ortodônticas. Estudos nacionais revelam também, alta prevalência de doença celíaca (5,6%) em crianças com SD, que em caso de suspeita devem ser acompanhados por especialistas.

     Não há relação entre as características físicas e um maior ou menor comprometimento intelectual – o desenvolvimento dos indivíduos está intimamente relacionado aos estímulos e aos incentivos que recebem, sobretudo nos primeiros anos de vida, e a carga genética herdada de seus pais, como qualquer pessoa.

Entendendo a trissomia:

     Em cada célula do indivíduo existe um total de 46 cromossomos, divididos em 23 pares. A Síndrome de Down é gerada pela presença de uma terceira cópia do cromossomo 21 em todas as células do organismo (trissomia). Isso ocorre no momento da concepção de uma criança.

As pessoas com trissomia do cromossomo 21, têm 47 cromossomos em suas células em vez de 46, como a maior parte da população.

Obs.: Cromossomos são as estruturas biológicas que contêm as informações genéticas; na espécie humana essa formação está distribuída em 23 pares, totalizando 46.

Características:

      Entre as características físicas associadas à trissomia do 21 estão: olhos amendoados, maior propensão ao desenvolvimento de algumas doenças e hipotonia muscular. Em geral, as crianças com Síndrome de Down são menores em tamanho e seu desenvolvimento físico, mental e intelectual pode ser mais lento do que o de outras crianças da sua idade.

     É essencial que bebês e crianças com Síndrome de Down sejam acompanhados desde cedo com exames diversos para diagnosticar o quanto antes quaisquer anormalidades cardiovasculares, gastrointestinais, endócrinas, auditivas e visuais. Muitas vezes, o tratamento precoce pode até impedir que esses problemas cheguem a afetar a saúde do indivíduo.

    Crianças com síndrome de Down precisam ser estimuladas desde o nascimento para que sejam capazes de vencer as limitações que essa alteração genética lhes impõe. Como têm necessidades específicas de saúde e aprendizagem, exigem assistência profissional multidisciplinar e atenção permanente dos pais. O objetivo deve ser sempre habilitá-las para o convívio e a participação social.

 

quinta-feira, 2 de dezembro de 2021

PME- Itaporã/MS: Relatório de Monitoramento 2021

 



Relatório de Monitoramento e Avaliação 2021

Plano Municipal de Educação - PME de Itaporã-MS

Lei Municipal no  2373, de 24 de junho de 2015.



Comissão Coordenadora: 

I. Representantes da Gerência Municipal de Educação:

- Cintia Karina Marcolongo Doreto

- M Marlene Guerino de Macedo

 

 II. Representante da Secretaria de Estado e Educação -SED:

- Ja  Jane Mara Martins Correia Simplicio

- Li   Lislaine Borges dos Santos Tino

 

III.    Representante da Comissão de Educação do Poder Legislativo:

-      Manoel Faustino da Silva Neto

 

IV. Representante dos Conselhos Municipais e outros órgãos       fiscalizadores:

- Fátima Regina Vieira – FUNDEB


- Danillo Petinari Ferrato – CAE

- Paula Andréia Betôni Corrêa – CMDCA

 

V. Representantes do Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Itaporã – MS:

- Vera Lucia Amador Alves.

- Susana Giupatto Nascimento da Silva

 

VI. Representantes da Associação de Pais e Mestres - APM:

- Elisangela Aparecida Benágio

- Mario Andrey Guimarães Struziato

 

VII. Representantes da Associação de Pais e Mestres dos Excepcionais - APAE:

- Lucilene Boni Dias.

- Milene Ramires de Oliveira

 

VIII. Representantes do Conselho Tutelar:

- Rosimar Rosa Mello

- Simone Aparecida Evely Ferreira Silva Flores

 

IV. Representante da Gerência de Planejamento e Finanças;

- Paulo Henrique de Souza


segunda-feira, 4 de outubro de 2021

Gerência de Educação de Itaporã elabora Projeto de Reforço Escolar

 

A Rede Municipal de Ensino de Itaporã, implanta um importante projeto de reforço escolar denominado “Nos caminhos da recuperação da Aprendizagem”








A Rede Municipal de Ensino de Itaporã, implanta um importante projeto de reforço escolar denominado “Nos caminhos da recuperação da Aprendizagem”, voltado para os anos iniciais do ensino fundamental.

O projeto tem como justificativa , a grande escala de lacuna de aprendizagem que os alunos estão enfrentando diariamente após o retorno das aulas presenciais híbridas, que ficaram paralisadas durante o período critico da pandemia.

O desafio atual na Rede Municipal de Ensino de Itaporã têm sido a deficiência de aprendizagem, e domínio de habilidades mínimas para a oferta das competências e habilidades propostas no Currículo/MS. 

Esse reforço escolar está  previsto na META 02 do Plano de Biossegurança) da Rede Municipal e segundo a Gerência de Educação,  vem de encontro às  ações para atender as demandas advindas do contexto de pandemia na rotina escolar. 


Pensando nisso, diante das dificuldades apresentadas pelos  alunos nas áreas de leitura – escrita e matemática (04 operações) foi que surgiu a ideia de elaborar  o projeto, "NOS CAMINHOS DA RECUPERAÇÃO DA APRENDIZAGEM.” 

A metodologia adotada para este reforço será diferenciada de acordo com o nível e deficiência de aprendizagem elencados na turma de atendimento. A Coordenação Pedagógica Escolar irá realizar as orientações metodológicas aos educadores que irão ministrar as aulas no projeto de reforço.      

Os alunos serão escalonados em seu contra turno pela Coordenação Pedagógica da Escola, onde a mesma, deverá direcionar os conteúdos que serão contemplados para sanar as deficiências de aprendizagem.